sábado, 27 de fevereiro de 2010

Um homem pra chamar de seu

Há um ano, em 19/02/09, Emília Ribeiro, conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel, afirmou que os brasileiros poderiam acessar internet por meio da rede de energia elétrica ainda em 2009 e garantiu que seu relatório sobre a regulamentação da oferta estaria pronto ainda no fim de março daquele ano. Emília afirmou, à Agência Brasil, que é muito importante decidir a questão, porque é uma forma barata de expandir a banda larga para todo o país e aumentar a competição no setor.

E foi feito e anunciado pelo ministro das Comunicações que estava tudo aprovado, ou seja, hoje, o brasileiro deveria estar navegando a uma velocidade média de 20 megas com taxa de upload igual a do download e com preços inferiores aos cobrados pelos provedores de internet. Realmente, uma revolução e uma garantia de inclusão digital. O PLC ou internet via rede elétrica dispensa uso do cabeamento extra e aproveita a malha da rede elétrica existente nas cidades. Um modem, ligado à tomada elétrica, decodifica o sinal que chega através dos fios, elimina ruídos e você receba limpinha uma conexão a uma velocidade fantástica. Parece um sonho, mas deveria ser realidade. Depois de tudo pronto e aprovado, ninguém mais ouviu falar em PLC. Agora ficamos sabendo o motivo. É que o ex-ministro de Lula, o petista José Dirceu, está ganhando uma fábula num negócio que envolve a Telebrás e a empresa Star Overseas, para uso da malha de fibra ótica da Telebrás. Isso significa que o sonho de uma banda larga realmente larga e barata ainda vai demorar um pouco. Esse fato, não foi citado no discurso da candidata Dilma Rousseff, quando ela praticamente afirmou que o Brasil teve início no ano de 2003 com a administração do mais popular de todos os seres vivos na face do planeta Terra.

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Raposa velha sabe o caminho

O Distrito Federal tem hoje 2.606.885 habitantes. 1.173.098 pessoas são da faixa de baixa renda e estima-se que tenha sido esse o número de migrantes que Roriz trouxe para o Distrito Federal com a promessa de lotes em troca de votos.

São eleitores no Distrito Federal 1.757.662 pessoas, sendo que dessas 790.947 são da faixa de baixa renda ou eleitores que receberam lotes para migrar para o Planalto Central atraídos pelas promessas do populista Roriz. Essa faixa representa cerca de 45% dos eleitores e isso explica o baixo nível dos políticos da capital federal. Manobrando uma massa de eleitores como esta, fica fácil para qualquer político populista se eleger. Esses eleitores não tem ideologia. Votam naqueles que lhes deem algo em troca. Votaram no Roriz que lhes deu o lote. Continuaram votando nele, para construir suas casas e a cada eleição, em troca de seus votos, exigem outras benesses. Esse foi o "curral eleitoral" que este senhor implantou no Distrito Federal para reinar por muitos e muitos anos.

Quando o ex-vice governador Paulo Octávio, pede o boné, pendura as chuteiras e vai cuidar de sua vida empresarial, ninguém pode condená-lo por isso. É lamentável, mas foi uma decisão inteligente.

A população do Distrito Federal tem que, em primeiro lugar, fazer a "mea culpa" por ter elegido Roriz três vezes governador do DF. Em segundo, agradecer a grande mídia pela enorme descontribuição que deu a esse episódio lastimável. Arruda está preso. Paulo Octávio foi cuidar da sua vida, mas restam outras personalidades da política local, como: Zé dos Ovos, Chico dos Camarões, João das Pulgas, Antonio das Batatas, Zé das Couves, Chico Macaco, Pedro do Pão e, claro, o grande líder de todos eles, senhor Joaquim Roriz. Este senhor, mentor desse episódio trágico na vida da política brasileira, está na televisão, usando o horário gratuito do TRE, afirmando para as pessoas: - É tão vergonhoso, é tão escandaloso, e eu fico numa indignação, eu fico numa vergonha. Meu Deus do céu, como pode chegar nisso aí? É tão vergonhoso, é tão escandaloso, e eu fico numa indignação, eu fico numa vergonha. Meu Deus do céu, como pode chegar nisso aí?

É o que diz Roriz, em uma das 30 inserções que o PSC irá exibir nesta semana e que irá ao ar apenas no Distrito Federal. Se não fosse trágico, seria hilário. Para sua informação, esse senhor tem mais de 50 processos com acusações de crimes eleitorais e todos, todos, sem exceção, foram engavetados pela mesma justiça que condena Arruda e Paulo Octávio.

A justiça não é apenas cega. Ela é surda e muda...quando lhe convém.

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O roteiro final do mensalão - parte 1

ISTOÉ teve acesso às 69 mil páginas do processo do STF que trazem à tona novas histórias sobre o esquema de corrupção. Em uma delas aparece o coordenador de campanha de Dilma, o ex-prefeito Fernando Pimentel, como operador de remessas ilegais

O processo que investiga o Mensalão do PT no Supremo Tribunal Federal (STF) tem 69 mil páginas. São 147 volumes e 173 apensos. Entre os documentos, há 50 depoimentos inéditos colhidos pela Justiça Federal em todo o País ao longo de 2008 e 2009, laudos sigilosos da Polícia Federal, relatórios reservados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), pareceres da Receita Federal e outras representações criminais que tramitam sob segredo de Justiça em vários Estados. O calhamaço faz a mais ampla e fiel radiografia do maior esquema de corrupção do País. Tudo isso, até hoje, estava sob sigilo de Justiça. Agora não mais. ISTOÉ teve acesso a todos esses documentos. O conteúdo empresta ainda mais gravidade ao escândalo. Além de lançar luz sobre novos personagens – até aqui eram 40 réus –, a investigação derruba a versão de que o dinheiro público estava ileso do esquema de caixa 2 do PT. Chegou-se a levantar essa hipótese durante a CPI, mas não havia provas. Agora, os novos documentos e testemunhas asseguram a origem estatal dos recursos. Essas novas provas também jogam por terra a desculpa petista de que tudo foi feito para pagar despesas de campanha. Não. Diante de juízes e procuradores, testemunhas contaram em detalhes como atividades privadas de interesse partidário foram custeadas com as mesmas notas de dólares, euros e reais que circularam em cuecas e malas e ainda compravam apoios no Congresso.

São esses documentos que o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão, usará para emitir seu julgamento. A leitura do processo que corre no STF evidencia que o Mensalão do PT é um cadáver ainda insepulto, capaz de provocar intempéries na corrida eleitoral. (Hugo Marques) Matéria completa aqui: http://www.istoe.com.br

Fonte: http://www.istoe.com.br/

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Senado convida bolivariano Celso Amorim a explicar apoio ao programa nuclear do Irã

A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta quinta-feira um requerimento para convidar o chanceler Celso Amorim a dar explicações sobre a posição do governo Lula quanto ao programa nuclear do Irã.

A expectativa é a de que a audiência ocorra antes de maio próximo, quando o presidente bolivariano Lula visitará o Irã. Em 2009, Lula foi alvo de críticas, principalmente dos Estados Unidos e de Israel, por ter recebido o presidente do Irã,o fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad, em Brasília. Na ocasião, Lula deu apoio ao programa nuclear iraniano, desde que com fins pacíficos e sob inspeção internacional. Nos últimos meses, porém, cresceu a tensão das potências contra o Irã, que teve uma usina nuclear secreta revelada e se recusa a cooperar com a AIEA (agência nuclear da ONU).

Fonte: http://www.videversus.com.br/

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Cooptrasc na mira do TCU

Baseado em levantamento da ONG Contas Abertas, Tribunal pede que cooperativa catarinense ligada ao MST seja investigada. Suspeita é de que tenha sido feitos repasses irregulares de verba do governo federal. O Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou à Secretaria de Controle Externo de Santa Catarina (Secex-SC) na última semana uma investigação sobre a Cooperativa dos Trabalhadores da Reforma Agrária de Santa Catarina (Cooptrasc). A solicitação é baseada em levantamento da organização não governamental Contas Abertas que aponta a entidade catarinense como a terceira na lista de 43 entidades sem fins lucrativos ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que mais receberam dinheiro do governo federal entre 2003 e 2009. Ao todo, foram R$ 11 milhões nesse período. As duas primeiras entidades — a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) e a Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária (Concrab) — já tinham sido investigadas pelo Ministério Público Federal no ano passado pelas mesmas razões.

O relatório que indica os dados sobre a Cooptrasc chegou ao TCU em março do ano passado, mas apenas agora será analisado pela Secex-SC, vinculada ao Tribunal. Só em 2009, a cooperativa catarinense recebeu, de acordo com a ONG, cerca de R$ 3,3 milhões – 65% a mais em relação ao ano anterior. Entre 2003 e 2008, o responsável pelos convênios firmados entre a instituição e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foi Joel Tomazi, um dos líderes do MST na região. Ele presidiu a Cooptrasc até 2007. O Correio entrou em contato com a assessoria de imprensa do MST para confirmar as informações, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

Convênio cancelado - O pedido de investigação solicitado pelo ministro do TCU, Augusto Sherman, inclui o cancelamento do convênio entre a Cooptrasc e o Incra, até que se comprove a ausência de irregularidade no contrato. Segundo o processo do Tribunal, a entidade existe há cerca de 12 anos e atua em todas as regiões de Santa Catarina onde existem assentamentos da reforma agrária. O dinheiro repassado pelo governo federal serve para a manutenção de 10 escritórios regionais, de 31 veículos e de equipamentos de informática, além de pagamento para uma equipe de profissionais como técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos e engenheiros florestais, entre outros.

O pedido do TCU cita ainda o conflito de interesses entre membros ligados à cooperativa. O diretor da Associação Estadual de Cooperação Agrícola de Santa Catarina (Aesca), responsável pelo monitoramento e pela avaliação do convênio, Lucidio Ravanello, presidiu a Cooptrasc entre 1997 e 2003 e foi apontado pelo relatório como um dos líderes do MST ligado a invasões de propriedade em Santa Catarina. O texto do TCU também aponta para a localização das duas entidades no mesmo endereço, localizado em Chapecó, segundo o TCU.

Agenda mantida - A decisão do TCU de investigar a Cooptrasc não deve, porém, fazer efeito na programação da CPI do MST, que investiga o desvio do repasse de recursos públicos a entidades ligadas aos sem terra. “É mais um indício de irregularidade, mas não vamos atropelar o calendário por conta disso. Vamos tratar de forma adequada. Nem mais, nem menos. Não é questão de prioridade, nós colocamos um plano de atividades e vamos trabalhar com ele”, afirma o relator da Comissão, deputado Jilmar Tatto (PT-SP).

“O contra-argumento do relator é de que a CPI deve analisar primeiro os convênios firmados para depois solicitar a quebra de sigilo, se necessário. Pactuo da ideia de que as duas coisas são fundamentais para avançar nos trabalhos. Temos que levar essa premissa a sério, até porque a disponibilização de dados da quebra de sigilo demora entre 30 e 45 dias e não teremos tempo hábil”, afirma o vice-presidente da Comissão, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

O deputado Moreira Mendes (PPS-RO) endossa a crítica sobre a estratégia montada pelos governistas de enfraquecer a comissão: “O pedido do TCU só reforça a necessidade de se quebrar a resistência da base aliada do governo, que quer evitar tratar da quebra de sigilo das entidades. Mas nós vamos correr contra o tempo para mudar a situação porque o prazo para o término da CPI é junho”, diz.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Deu no Blog do Servidor

A regulamentação da aposentadoria especial.

Com um atraso de mais de 20 anos, o governo decidiu regulamentar a aposentadoria especial do servidor. Dois projetos de lei - um absolutamente novo e outro que será anexado a propostas que já tramitam - seguiram para o Congresso Nacional. O foco de ambos é adequar o tratamento legal à realidade de trabalhadores que estão expostos a riscos ou se submetem a situações/ambientes que podem colocar a saúde e a vida em jogo.

De acordo com o Ministério do Planejamento, a discussão se dá em torno do artigo 40, incisos II e III, da Constituição.

Servidores da área de segurança pública terão direito à aposentadoria especial quando atingirem 25 anos de serviço - com cinco anos no cargo - e 30 anos de contribuição. Os homens precisarão ter 55 anos de idade, e as mulheres, 50.

O pessoal que, conforme classificação oficial, trabalha exposto a riscos ocupacionais também terá direito ao benefício. Detalhe: sem exigência de idade mínima.

O modelo a ser constituído no setor público se assemelha ao que já é aplicado na iniciativa privada. Comprovações de toda natureza serão pedidas pelos órgãos.

Para os sindicatos, o gesto de propor ao Parlamento essa discussão representa um avanço importante. Nas contas das entidades, 80% dos funcionários do Executivo federal teriam direito à aposentadoria especial

Fonte: http://www.dzai.com.br/servidor/blog/servidor

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

CHARGE DO AMARILDO...

Fonte:http://bacucucomfarinha.blogspot.com/?expref=next-blog

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