
Diante da recusa do governo indiano em ceder um aparelho para a realização dos testes, o grupo conseguiu uma urna de maneira clandestina para que pudesse conduzir sua pesquisa. O trabalho contou com Alex Halderman, professor da Universidade de Michigan com experiência em urnas eletrônicas, e Rop Gonggrijp, ativista responsável pelo fim das urnas eletrônicas na Holanda.
Os pesquisadores afirmam que os sistemas de armazenamento eletrônico direto, sem um voto impresso que deve ser confirmado pelo eleitor e eventualmente utilizado em uma recontagem, são vulneráveis a adulterações, e que as medidas de proteção possíveis são ineficazes. No Brasil, o TSE também não cede urnas para testes independentes, e a impressão de votos só será obrigatória no país a partir de 2014.
Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br
Editado por ZeRepolho